O impacto da nutrição na cicatrização de grandes cirurgias faciais

Sempre digo aos meus pacientes que a cirurgia termina no centro cirúrgico, mas a cura, de fato, começa na cozinha. Parece uma frase de efeito, eu sei, mas na rotina de quem opera tumores de cabeça e pescoço ou realiza reconstruções faciais complexas, isso é uma verdade absoluta e científica. Muitas vezes, o paciente foca toda a sua ansiedade no bisturi, no tempo de anestesia ou na cicatriz externa, esquecendo que o corpo precisa de “tijolos” para reconstruir o que foi mexido. Imagine o seguinte cenário: realizamos uma cirurgia de grande porte para tratar um carcinoma epidermoide na mandíbula ou na língua.

O procedimento é um sucesso técnico, as margens estão limpas e a reconstrução ficou impecável. No entanto, se esse paciente estiver desnutrido ou com deficiência de nutrientes específicos, o tecido simplesmente não “cola”. É como tentar erguer um prédio com o melhor engenheiro do mundo, mas sem cimento de qualidade. A obra vai rachar. Na cirurgia de cabeça e pescoço, o desafio é dobrado. Muitas vezes, a própria doença ou o local da cirurgia dificultam a mastigação e a deglutição — a famosa disfagia. É aí que a nutrição entra não apenas como suporte, mas como parte do tratamento ativo. O que o corpo realmente pede nessas horas? Não se trata apenas de “comer bem”.

O estresse metabólico de uma grande cirurgia facial exige um aporte proteico muito acima do normal. As proteínas são as operárias da cicatrização. Sem elas, a produção de colágeno cai, e o risco de deiscência (quando os pontos se abrem) ou de fístulas aumenta consideravelmente. Além das proteínas, temos os heróis silenciosos: Zinco e Vitamina C: Eles são os supervisores da obra. O zinco atua na divisão celular, enquanto a vitamina C é fundamental para que as fibras de colágeno ganhem resistência. Sem eles, a cicatriz pode ficar frágil e suscetível a infecções. Arginina e Glutamina: Frequentemente usamos o que chamamos de imunonutrição. São nutrientes que “modulam” a resposta inflamatória, ajudando o corpo a combater infecções antes mesmo delas tentarem se instalar. Lembro-me de um caso marcante, um senhor que precisou de uma laringectomia.

Ele estava muito abaixo do peso devido à dificuldade de engolir antes do diagnóstico. Passamos duas semanas focados exclusivamente em “preparar o terreno” com suplementação específica antes de levá-lo à mesa de cirurgia. O resultado? Uma recuperação sem intercorrências infecciosas, algo que, sem esse preparo, seria um risco altíssimo. https://drstefanofiuza.com.br/linfoma-nao-hodgkin/

Consórcio além do óbvio: transformando parcelas mensais em ativos reais

Quanto custa, de fato, a sua pressa? No mercado financeiro, a impaciência é uma das commodities mais caras que existem. Enquanto a maioria dos consumidores enxerga o consórcio apenas como uma alternativa para quem “não consegue poupar”, investidores com visão de longo prazo utilizam essa ferramenta para uma operação muito mais sofisticada: a arbitragem entre o custo do capital e a valorização patrimonial. Diferente do financiamento tradicional, onde os juros compostos incidem sobre o saldo devedor e criam uma bola de neve que muitas vezes dobra o valor do bem, o consórcio opera sob uma lógica de custo fixo. A taxa de administração, diluída pelo prazo total do grupo, representa um Custo Efetivo Total (CET) que, em muitos cenários, sequer atinge a inflação do período. Se considerarmos uma taxa de 15% para um plano de 180 meses, estamos falando de uma carga de aproximadamente 1% ao ano. Tente encontrar essa linha de crédito em qualquer balcão de varejo bancário. Não existe. A verdadeira virada de chave acontece quando entendemos o consórcio como um instrumento de alavancagem. Imagine o caso de um investidor que possui R$ 150 mil em liquidez. Em vez de imobilizar todo esse capital na compra de um imóvel de R$ 500 mil, ele opta por entrar em um grupo de consórcio. Ele utiliza parte desse recurso para ofertar um lance estratégico — analisando o histórico de contemplação do grupo para maximizar as chances — e, uma vez com a carta de crédito em mãos, adquire o ativo. O saldo remanescente de sua liquidez continua rendendo em aplicações financeiras, enquanto o imóvel pode ser colocado para locação. O aluguel, nesse cenário, abate grande parte (ou a totalidade) das parcelas programadas. Ao final do ciclo, o investidor detém um patrimônio de meio milhão de reais tendo desembolsado uma fração mínima de capital próprio. Isso é engenharia financeira aplicada à construção de patrimônio. Para quem já possui um financiamento imobiliário em curso, a estratégia é ainda mais cirúrgica. É perfeitamente possível utilizar a carta de crédito para a liquidação de financiamento. Se você está preso a uma taxa de juros de 10% ou 11% ao ano no SFH, adquirir uma cota de consórcio e contemplá-la via lance pode reduzir o custo total da sua dívida drasticamente, eliminando os juros bancários e substituindo-os pela taxa de administração linear do consórcio. É uma amortização reversa que preserva o fluxo de caixa. No segmento de veículos, a lógica segue o mesmo rigor técnico. A depreciação acelerada dos automóveis exige que o custo de aquisição seja o menor possível para que a perda patrimonial não seja potencializada pelos juros do CDC.

Entenda aqui qual melhor consorcio de imovel

O autofinanciamento permite que a troca da frota ou a aquisição de um veículo premium seja planejada dentro de um cronograma de renovação, transformando o que seria uma despesa financeira em um investimento em mobilidade com custo controlado. A eficácia dessa estratégia depende, invariavelmente, da análise técnica dos grupos. Não se entra em um consórcio às cegas. É preciso avaliar o índice de solvência do grupo, o volume de lances embutidos permitidos e a saúde da administradora. O planejamento de longo prazo exige essa curadoria. Gerir patrimônio não é sobre ter o dinheiro hoje, mas sobre garantir que o dinheiro trabalhe para você amanhã. O consórcio, quando despido do preconceito comercial e analisado sob a ótica do planejamento financeiro estruturado, deixa de ser um “boleto” e passa a ser uma das formas mais inteligentes de comprar dinheiro barato para construir ativos reais. A disciplina de manter parcelas programadas acaba sendo o alicerce de uma organização financeira pessoal que separa os acumuladores de bens dos verdadeiros construtores de riqueza.

10 mitos e verdades sobre o câncer de próstata.

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10 mitos e verdades sobre o câncer de próstata O câncer de próstata é um dos temas mais cercados de tabus e desinformação na saúde masculina. Para garantir que você cuide bem da sua saúde, separamos 10 pontos essenciais que todo homem precisa saber.

1. O câncer de próstata só atinge idosos. Mito. Embora a incidência aumente significativamente após os 50 anos, homens mais jovens também podem desenvolver a doença, especialmente se houver fatores de risco envolvidos.

2. A ausência de sintomas significa que está tudo bem. Mito. Na fase inicial, o câncer de próstata é silencioso e não apresenta sinais. Quando os sintomas (como dor óssea ou dificuldade urinária grave) aparecem, a doença pode já estar avançada.

3. Quem tem histórico familiar deve começar os exames mais cedo. Verdade. Se você tem pai ou irmãos que tiveram a doença, o risco é maior. Nesses casos, a recomendação é iniciar o acompanhamento urológico aos 45 anos.

4. O exame de PSA substitui o toque retal. Mito. Eles são complementares. Cerca de 20% dos casos de câncer de próstata não elevam o PSA, sendo detectados apenas através do toque.

5. Andar de bicicleta causa câncer. Mito. O hábito de pedalar não causa a doença. No máximo, pode causar uma elevação momentânea do PSA devido à pressão na glândula, mas não gera tumores.

6. PSA alto é sempre sinal de câncer. Mito. O PSA pode subir por diversos motivos, como inflamações (prostatite), infecções urinárias ou o crescimento benigno da próstata (HPB).

7. Estilo de vida saudável ajuda na prevenção. Verdade. Uma dieta equilibrada, rica em vegetais, e a prática regular de exercícios físicos auxiliam na saúde metabólica e reduzem os riscos de diversos tumores.

8. A vasectomia aumenta o risco de câncer. Mito. Inúmeros estudos científicos já comprovaram que não existe qualquer ligação entre o procedimento de vasectomia e o surgimento do câncer de próstata.

9. O tratamento sempre causa impotência definitiva. Mito. Com o avanço das técnicas cirúrgicas e da radioterapia, muitos pacientes preservam a função erétil. O resultado depende do estágio da doença e das condições de saúde do paciente.

10. O diagnóstico precoce oferece altas chances de cura. Verdade. Quando detectado no início, as chances de cura do câncer de próstata chegam a 90%. Por isso, a prevenção é o melhor caminho. Consulte regularmente o seu urologista e mantenha seus exames em dia!

Como funciona o seguro de responsabilidade civil para locatários

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Como funciona o seguro de responsabilidade civil para locatários
Ao assinar um contrato de aluguel, é comum focar apenas no valor da mensalidade e no IPTU.
No entanto, um item fundamental para a segurança financeira do inquilino é o Seguro de
Responsabilidade Civil Familiar, geralmente atrelado ao seguro incêndio obrigatório.
Mas você sabe o que ele cobre e por que é tão importante? Entenda de forma direta como esse
serviço funciona.
O que é esse seguro?
Diferente da cobertura básica contra incêndio, que protege a estrutura do imóvel, a
responsabilidade civil (RC) foca nos danos causados a terceiros. No contexto da locação, o
seguro garante o reembolso de indenizações que o locatário possa ter que pagar caso cause,
involuntariamente, danos materiais ou corporais a outras pessoas durante o período em que
ocupa o imóvel.
O que ele cobre na prática?
A cobertura de responsabilidade civil entra em ação em situações cotidianas que podem gerar
grandes prejuízos. Alguns exemplos comuns são:
Vazamentos: Se um cano estoura no seu apartamento e estraga a pintura ou os móveis do
vizinho de baixo.
Incêndios acidentais: Se um curto-circuito em um aparelho seu ou uma panela esquecida no
fogo causar danos ao prédio ou a casas vizinhas.
Danos em áreas comuns: Acidentes causados pelo locatário, seus dependentes ou até
animais de estimação nas áreas coletivas do condomínio.
Por que contratar?
A principal vantagem é a previsibilidade financeira. Um vazamento negligenciado pode custar
milhares de reais em reparos para terceiros. Com a apólice ativa, a seguradora arca com esses
custos (respeitando o limite contratado), evitando que o inquilino precise desembolsar uma
fortuna de uma hora para outra.
Além disso, para imobiliárias e proprietários, essa cláusula traz mais segurança jurídica,
garantindo que eventuais conflitos entre vizinhos sejam resolvidos de forma profissional e
rápida.
É obrigatório?
Pela Lei do Inquilinato, o seguro contra fogo é obrigatório. A cláusula de responsabilidade civil
costuma ser um adicional (cláusula acessória) muito barato e altamente recomendado. Ao
fechar seu contrato, verifique se essa proteção está inclusa na sua apólice de seguro
residencial.
Em resumo, o seguro de responsabilidade civil é o seu “escudo” contra imprevistos que afetam
a vizinhança, garantindo uma moradia tranquila e sem sustos no orçamento.

Imobiliária Mota – Imóveis em Curitiba
Mal. Deodoro, 2044 – Alto da XV, Curitiba – PR, 80045-090
(41) 3029-3443

Como calcular o retorno sobre investimento (ROI) de um imóvel

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Como calcular o retorno sobre investimento (ROI) de um imóvel
Investir no mercado imobiliário é uma das estratégias mais sólidas para construção de
patrimônio. No entanto, para saber se um negócio é realmente lucrativo, não basta olhar
apenas para o valor de revenda ou o preço do aluguel. É fundamental conhecer o ROI (Return
on Investment).
Neste artigo, vamos direto ao ponto: como calcular essa métrica e garantir que seu capital
esteja bem aplicado.
O que é o ROI Imobiliário?
O ROI é o índice que revela a rentabilidade de um investimento. No universo imobiliário, ele
serve para comparar diferentes propriedades e decidir se vale mais a pena manter um imóvel
alugado ou vendê-lo para buscar novas oportunidades.
A fórmula fundamental
Calcular o ROI é simples. A fórmula básica utilizada pelo mercado é:
ROI = (Ganho Obtido – Investimento Inicial) / Investimento Inicial x 100
O resultado será apresentado em porcentagem, facilitando a comparação com outros
indicadores financeiros (como a Selic ou fundos imobiliários).
O que considerar no “Investimento Inicial”?
Um erro comum é considerar apenas o valor de compra da escritura. Para um cálculo preciso,
você deve somar todos os custos para colocar o imóvel em operação:
Valor de aquisição do imóvel;
Impostos (ITBI);
Taxas de cartório e escrituração;
Reformas e pinturas;
Comissões de corretagem.
Exemplo prático de cálculo
Imagine que você comprou um apartamento por R$ 400.000. Gastou R$ 30.000 com impostos e
R$ 20.000 em uma reforma para valorizá-lo. Seu investimento total foi de R$ 450.000.
Se, após um ano, você vender esse imóvel por R$ 550.000, o cálculo seria:
1. Ganho Líquido: R$ 550.000 – R$ 450.000 = R$ 100.000.
2. Cálculo: (100.000 / 450.000) x 100 = 22,22%.
Nesse cenário, seu ROI foi de 22,22% no período.
ROI sobre Aluguel
Se o seu foco é renda passiva, o cálculo segue a mesma lógica, mas considera o lucro anual
acumulado (aluguéis recebidos menos despesas de manutenção e taxas administrativas)
dividido pelo valor total investido no imóvel.

HomeHub Jardim Oceânico – Imóveis de Alto Padrão
Av. Olegário Maciel, 231 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, 22631-000
(21) 2499-4244

A volatilidade é um erro ou uma característica do sistema?

Você abre o aplicativo da corretora numa terça-feira comum e o saldo da sua carteira está 20% menor do que na noite anterior. O pânico é instantâneo. A primeira reação do cérebro reptiliano é vender tudo para estancar o sangramento, seguida de uma conclusão quase inevitável para quem está chegando agora: “Isso não funciona. É instável demais. É um cassino”. Essa dor de ver o patrimônio derreter em horas é o filtro mais brutal do mercado cripto. Mas ela nasce de uma premissa equivocada. Tratamos a volatilidade como um defeito de fabricação, um “bug” que precisa ser corrigido para o Bitcoin ou o Ethereum serem levados a sério. A realidade, porém, é que a volatilidade não é um erro; ela é o preço da descoberta genuína de valor em um mercado livre, global e ininterrupto. Para entender isso, precisamos dissecar o que causa esses movimentos violentos. Diferente do mercado de ações tradicional, que fecha às 17h e tem finais de semana para esfriar a cabeça dos investidores, o mercado de criptomoedas nunca dorme. Não existem circuit breakers (mecanismos que paralisam a bolsa quando há quedas bruscas) para “proteger” o investidor de si mesmo. É oferta e demanda em estado puro, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Além disso, temos o fator da alavancagem. Imagine um cenário prático: o Bitcoin está lateralizado e milhares de traders apostam na alta (long) usando dinheiro emprestado das exchanges, muitas vezes alavancados em 10x ou 50x. Se o preço cai apenas um pouco, as posições desses traders são liquidadas forçadamente para cobrir o empréstimo. Essa venda forçada empurra o preço ainda mais para baixo, acionando os stop-loss de outros traders, criando uma cascata de liquidações. É um efeito dominó mecânico. O ativo não perdeu seus fundamentos, a tecnologia não falhou, a rede não parou. Apenas houve uma limpeza de excessos especulativos. Muitos analistas de Wall Street olham para o Bitcoin e torcem o nariz, comparando sua volatilidade com a de moedas fiduciárias ou ouro. É uma comparação injusta. O Bitcoin está passando por um processo de monetização que o ouro levou séculos para consolidar. Estamos vendo um ativo sair do zero para trilhões de dólares em valor de mercado em tempo real. É matematicamente impossível que essa trajetória seja uma linha reta ascendente. Para ter a valorização assimétrica — aquela chance de multiplicar capital que não existe mais na bolsa tradicional —, você é obrigado a aceitar os drawdowns violentos. A volatilidade é, na verdade, uma característica de eficiência. Ela transfere riqueza das “mãos de alface” (impacientes e alavancados) para as “mãos de diamante” (investidores de longo prazo e holders convictos).

Se o preço fosse estável agora, significaria que a adoção já estaria completa e a oportunidade de crescimento exponencial teria acabado. O problema real não é o mercado balançar, mas a sua exposição a ele. Se a volatilidade tira o seu sono, o erro não está no gráfico, mas no tamanho da sua posição. Quem entende a dinâmica dos ciclos de mercado — a expansão e a contração baseada no halving e na liquidez global — usa esses momentos de queda brusca não para entrar em pânico, mas para acumular satoshis de quem está desesperado. No fim das contas, a estabilidade é o destino final, mas a volatilidade é o veículo que nos leva até lá. Tentar remover a volatilidade do cripto hoje seria como tentar tirar o motor de um carro de Fórmula 1 porque ele faz muito barulho. O barulho é parte da potência. Aprenda a gerenciar o risco, ajuste o tamanho da mão e pare de olhar o gráfico de 15 minutos se o seu objetivo está daqui a cinco anos. O sistema está funcionando exatamente como deveria.

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Conceito de Gestão empresarial

A utilização de recursos tem sido a atividade humana mais comum e, ao mesmo tempo, talvez a mais complexa desde o alvorecer da civilização. As pessoas trabalham juntas em grupo para alcançar objetivos comuns, de modo que a coordenação de recursos físicos e humanos se torna necessária. Liderança e coordenação são imprescindíveis para alcançar a unidade de direção dos esforços na consecução desses objetivos. A gestão empresarial é o cérebro de uma empresa. Um gestor mantém-se a par do ambiente atual e oferece visão de futuro à empresa. Ele ajuda a prever o que vai acontecer no futuro e que influenciará o funcionamento da empresa. Diferentes especialistas definiram a gestão empresarial de maneiras distintas, como: “A gestão empresarial é uma função executiva que se preocupa primordialmente com a execução das políticas gerais estabelecidas pela administração.

vantagens sobre erp e o que é

É a função de uma empresa que se ocupa da direção e do controle de diversas atividades para atingir os objetivos do negócio.” — Dr. William R. Spriegel “A gestão empresarial é a tarefa do gestor de estabelecer e manter um ambiente interno no qual as pessoas que trabalham juntas em grupos possam ter um desempenho eficaz e eficiente na busca dos objetivos do grupo.” — Koontz & O’Donnell “A gestão empresarial é um processo social que implica responsabilidade pelo planejamento e regulação eficazes (ou eficientes) das operações de uma empresa.” —EFL Brech Em resumo, a gestão empresarial pode ser definida como a agência que fornece liderança, orientação e controle para a consecução do objetivo estabelecido pela administração.

O que é um diploma em administração de empresas?

Na maioria dos casos, o termo “administração de empresas” refere-se aos cursos e programas oferecidos em faculdades e universidades. Especificamente, programas de estudo que ensinam os princípios dos negócios e suas melhores práticas. Administração de empresas ou gestão empresarial é uma área de estudo que se concentra no planejamento, análise, gestão e organização de diversas atividades empresariais e necessidades financeiras de uma organização. O diploma em administração de empresas é um dos mais procurados e populares na Alemanha. Em 2013, quase 65.000 estudantes se formaram em economia, seja em administração de empresas ou economia.

E isso por um bom motivo, afinal, graduados em administração de empresas são necessários em quase todas as áreas da vida cotidiana e podem ser contratados por quase todas as empresas. Além disso, com um diploma em administração de empresas, a possibilidade de ascender a cargos de gestão ou liderança é bastante alta. O que é ensinado nos estudos de negócios? O que você pode esperar aprender em um curso de Administração? Primeiramente, o curso ensina os fundamentos da economia, finanças, marketing e contabilidade.

o que é o Roi no erp

Posteriormente, os alunos também têm a oportunidade de se especializar em uma área específica, por exemplo, psicologia organizacional ou marketing. Os alunos aprendem como a gestão, a liderança e a tomada de decisões podem melhorar o desempenho em marketing, operações, finanças e recursos humanos. Os empregadores em potencial têm um conjunto preferencial de habilidades que buscam em graduados em administração de empresas ao contratar. Essas habilidades são conhecidas como “soft skills” e incluem pensamento crítico, resolução de problemas, habilidades de apresentação, domínio de línguas estrangeiras e competências técnicas. Portanto, os cursos de administração estão se tornando cada vez mais orientados à prática, com foco na inclusão dessas soft skills no currículo.

Reuniões de revisão operacional

As pessoas que participam de uma revisão operacional geralmente vêm de um único departamento, função ou processo. Os vendedores de uma unidade, por exemplo, se reunirão (geralmente por meio de teleconferências e webcasts) para discutir o pipeline de vendas, fechamentos de vendas recentes e novas oportunidades e problemas para clientes. O pessoal de operações analisa os problemas de produção, incluindo defeitos, rendimentos, gargalos, cronogramas de manutenção e reparo, quebras de equipamentos, tempo de inatividade, programação, agilização, preocupações com fornecedores e distribuição. O pessoal financeiro aborda problemas de fluxo de caixa de curto prazo, incluindo cobranças de contas a receber, pagamentos atrasados a fornecedores, operações de tesouraria e relacionamentos bancários.

O grupo de alta gerência pode se reunir mensalmente para analisar o desempenho financeiro geral. Os grupos de gestão precisam se reunir com frequência — talvez semanalmente, duas vezes por semana ou até mesmo diariamente — para revisar seus painéis operacionais e relatórios sobre vendas, reservas e remessas, e para resolver problemas de curto prazo que surgiram recentemente: reclamações de clientes importantes, entregas atrasadas, produção defeituosa, avarias mecânicas, ausência prolongada de um funcionário-chave, novas oportunidades de vendas.

A velocidade com que novos dados são publicados em painéis operacionais é o fator central na determinação da frequência das reuniões: se a empresa tem um ciclo operacional curto, com novos dados publicados de hora em hora e diariamente, uma revisão diária promove aprendizado rápido e resolução de problemas. Mas para um grupo de desenvolvimento de produtos, o progresso em relação a marcos e portões de estágio pode ser melhor avaliado mensalmente.

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Moscas volantes e flashes

Corv cirurgia de retina no rio de janeiro

O descolamento de retina requer atenção médica urgente, portanto, procure
atendimento oftalmológico imediato se você apresentar um aparecimento
repentino e considerável de:
• Moscas volantes (pequenas linhas ou manchas escuras que flutuam na sua
visão)
• Visão turva
• Flashes de luz em um ou ambos os olhos
• Redução do campo de visão
O tratamento inclui opções cirúrgicas e não cirúrgicas, mas seu oftalmologista
poderá recomendar o melhor tratamento para você após avaliar a gravidade do
seu caso.
Moscas volantes são pequenos pontos escuros que aparecem e desaparecem
no seu campo de visão — uma condição bastante comum, apesar de não serem
consideradas parte normal da visão. Se você não tem certeza de como são as
moscas volantes, este vídeo pode ajudar!

As moscas volantes podem variar de tamanho, mas quando são pequenas e
ocorrem apenas ocasionalmente, os pacientes geralmente não veem
necessidade de procurá-las. Embora as moscas volantes em si geralmente não
sejam prejudiciais, as condições subjacentes que as causam podem exigir
cuidados urgentes. Assim que você começar a notar moscas volantes, isso pode
ser um ótimo motivo para agendar um exame oftalmológico e fazer uma
avaliação completa dos seus olhos para garantir que não haja nada com que se
preocupar.

Se o seu oftalmologista determinar que você é um candidato adequado, a
vitrectomia via pars plana (VPP) é um procedimento ocular rápido e simples que
remove moscas volantes.