As pessoas que participam de uma revisão operacional geralmente vêm de um único departamento, função ou processo. Os vendedores de uma unidade, por exemplo, se reunirão (geralmente por meio de teleconferências e webcasts) para discutir o pipeline de vendas, fechamentos de vendas recentes e novas oportunidades e problemas para clientes. O pessoal de operações analisa os problemas de produção, incluindo defeitos, rendimentos, gargalos, cronogramas de manutenção e reparo, quebras de equipamentos, tempo de inatividade, programação, agilização, preocupações com fornecedores e distribuição. O pessoal financeiro aborda problemas de fluxo de caixa de curto prazo, incluindo cobranças de contas a receber, pagamentos atrasados a fornecedores, operações de tesouraria e relacionamentos bancários.
O grupo de alta gerência pode se reunir mensalmente para analisar o desempenho financeiro geral. Os grupos de gestão precisam se reunir com frequência — talvez semanalmente, duas vezes por semana ou até mesmo diariamente — para revisar seus painéis operacionais e relatórios sobre vendas, reservas e remessas, e para resolver problemas de curto prazo que surgiram recentemente: reclamações de clientes importantes, entregas atrasadas, produção defeituosa, avarias mecânicas, ausência prolongada de um funcionário-chave, novas oportunidades de vendas.
A velocidade com que novos dados são publicados em painéis operacionais é o fator central na determinação da frequência das reuniões: se a empresa tem um ciclo operacional curto, com novos dados publicados de hora em hora e diariamente, uma revisão diária promove aprendizado rápido e resolução de problemas. Mas para um grupo de desenvolvimento de produtos, o progresso em relação a marcos e portões de estágio pode ser melhor avaliado mensalmente.